segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ao som qualquer de uma lua crescente no céu..

'...Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada.'

7 pensamentos:

a clara menina Clara disse...

Talvez tudo, talvez nada.

pontovirgulaereticencias disse...

Talvez seja sempre o talvez. E o nada será tudo, mesmo que pouco. Tanto talvez que nada.

Camilinha disse...

Talvez tudo, talvez nada.
Tanto vale o tudo e o nada.
*
estava vendo meus antigos posts...
e os seus também e como houve progresso de ambas as partes.
Um ano já com vc aqui
:)

Jaya disse...

Tais vezes.

Silvia Caroline disse...

talvez tudo! talvez nada!

O importante é ser, sentir, viver!

incrível, suas palavras me inspira!

Rachell Ramalho disse...

Lindo!
O talvez é uma certeza incerta, uma verdade falsa, um por que não respondido... é dia nublado, é final de tarde, é um dia ameno.
Beijos, e inté :*

Renata Mulinelli disse...

o caio f. abreu é mesmo demais, né? (: